É carioca, 48 anos, educador e coordenador do Baía de Guanabara 500 Anos de Muita Vida – BG500 (https://www.thebigproject.life/ed-urca-beach-brazil/) – programa de proteção e educação ambiental que atua na Praia da Urca, Rio de Janeiro com foco na redução da geração do lixo marinho.

O BG500 desenvolveu uma metodologia de sensibilização através de atividades de mergulho com resgate da fauna associada aos resíduos sólidos descartados de forma irregular e depositados no fundo do mar – removendo esses pequenos organismos marinhos do lixo coletado, o público se aproxima da problemática e se compreende como ator dos impactos de suas escolhas e ações na natureza.

Atualmente colabora com o projeto de extensão ProBioVivo, da UniRio, que pretende integrar a universidade com a comunidade para avaliar as metodologias pedagógicas do BG500, onde estagiários vão avaliar a complexidade dos ciclos biogeoquímicos dos resíduos sólidos depois que caem em corpos hídricos.

Ed ainda é chef vegetariano e bartender do Mercado Fundição (Lapa, Rio de Janeiro).

Jornalista, com pós em Marketing e Gestão ambiental. Nos últimos 10 anos vem atuando  junto a diferentes instituições, entre elas, a Associação Brasileira de Combate ao Lixo Marinho, a Associação Favela Mais Limpa, Argilando, o Movimento Lixo Zero, o Instituto Mar Adentro e a WWF Brasil, em várias frentes como voluntária, mobilizadora, comunicadora e gestora de ações de limpeza de praia, além de projetos para implementação e adoção de melhores práticas nos diversos segmentos sociais.

Fernanda é  a criadora do Bota para Girar, consultoria de projetos de Educação Ambiental, Educação para Sustentabilidade e Treinamentos; e blog de notícias, que visa a construção de uma sociedade mais consciente e responsável com a natureza e todos os seres vivos, compartilhando histórias de pessoas, grupos e instituições que estão fazendo a diferença rumo à transformação para a sustentabilidade do mundo.

É Biólogo, pesquisador, ambientalista, arte-educador, professor de capoeira e surfista, desenvolve diversas atividades e projetos na área socioambiental e cultural desde 1993, no Ceará e na Região Nordeste, com parceiros como o Instituto de Ciências do Mar da Universidade Federal do Ceará; a Fundação Cultural Educacional Popular em Defesa do Meio Ambiente – CEPEMA (Rede Internacional Terra do Futuro – Framtidsjorden, Suécia); a GRANT – Geophysical do Brasil, no Departamento de Segurança e Meio Ambiente, participando do monitoramento da biota e atividade pesqueira na Bacia de Camamu-Almada” (Bahia); Associação de Pesquisa e Preservação de Ecossistemas Aquáticos  – AQUASIS, desenvolvendo o Programa de Educação nos campos da etnobiologia e educação ambiental com foco no desenvolvimento das comunidades e na conservação da biodiversidade do Ceará, além de diversos projetos; na DEVON, participando do projeto de monitoramento de Cetáceos, Sirênios e Quelônios na Bacia Potiguar (Ceará e Rio Grande do Norte); Grupo Gaia e diversas outras entidades, associações comunitárias e escolas.

Juaci participa na produção e organização das edições do Projeto Encontro SESC Povos do Mar: Socialização das Práticas e Saberes das Comunidades Litorâneas. Executa o projeto “Limpando o Mundo” (Clean-Up The World) em Fortaleza e Caucaia (CE), coordena e articula atividades de mobilização, pedagógicas e técnicas em comunidades costeiras e ribeirinhas do estado do Ceará e Piauí – Pacheco, Iparana, Parque Leblon (Caucaia); Praia de Quixaba (Aracati); Praia de Quitérias (Icapuí); cidade de Cajueiro da Praia (Piauí).

 

Marítimo, Operador de Carga de Navios Gaseiros; Petroleiro e Químico; Auditor Interno em Sistema de Gestão Integrada – SGI; Tecnólogo em Gestão e Planejamento Ambiental, com Especialização em Agenda 21; ODS; e Educação Ambiental.

Antropólogo, especialista em Coordenação de Grupos Operativos, pós-graduado em Gestão Ambiental e mestre em Ciências Ambientais pela Universidade de São Paulo. Possui +15 anos de experiência em projetos sociais e socioambientais junto a ONGs, Movimentos Sociais, Sindicatos, órgãos públicos e comunidades tradicionais.

Marco é membro fundador e atual presidente do Conselho Deliberativo da Associação Brasileira de Combate ao Lixo no Mar.

Foi pesquisadora do Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos – Bio Manguinhos, da Fiocruz. É Doutora em microbiologia, pesquisadora em microbiologia ambiental e biologia molecular, ecóloga, perita ambiental e professora. 

Considerando a limpeza das bacias hidrográficas como último horizonte para salvar os oceanos, já que toneladas de lixo que atingem os oceanos são levadas através dos rios que recebem os resíduos descartados indevidamente nas suas margens, Marlise iniciou atuação junto ao Comitê de Bacias Hidrográficas da Cidade do Rio de Janeiro (Baía de Guanabara), para discutir e negociar as questões relacionadas à gestão dos recursos hídricos, aos diferentes usos da água das bacias, incluindo propostas de defesa da qualidade das águas e ações para difundir os princípios da educação ambiental.

Oceanógrafo, 60 anos, capitão amador com experiência de navegação no Atlântico Sul, Central e Norte, mestre em Saúde Pública / Epidemiologia, atua com gestão costeira desde 1985, em todos os estados litorâneos brasileiros, unidades de conservação, pesca artesanal e turismo náutico.

Foi consultor do PNUD em avaliação do Plano Nacional de Gerenciamento Costeiro para a Rio 92 e Rio +20 e identifica um grande potencial para o uso de embarcações movidas a vela para estimular o conhecimento e interesse da população para os ecossistemas do território costeiro e marinho brasileiros, sua potencialidade, limitações e o importante papel exercido pelas populações que há gerações dependem desse ambiente vital: os pescadores artesanais.

Atualmente está preparando tese de doutoramento junto à Universidade Federal Fluminense para estudar a biogeoquímica do lixo na Baía de Guanabara – fontes geradoras, métodos diretos e indiretos para avaliação, impactos ao meio, riscos à saúde humana e exportação para a região costeira adjacente.

Paulo trabalha em um escritório flutuante, o veleiro Sinergia (33 pés), ancorado na Urca, onde oferece passeios, curso de arrais amador e atividades para estudos de meio.

 

É Jornalista especializada em Filosofia da Linguagem; Comunicação Plurilíngue; Coordenação de Projetos pelo Desenvolvimento Sustentável; Desenvolvimento Organizacional com foco em transformação social; e certificada em Turismo, Desenvolvimento e Política.

Regina (Gigi) tem 30+ anos de experiência de gestão no terceiro setor e em desenvolvimento de projetos socioambientais e culturais no Brasil e no exterior. Desde os anos 2000, vem trabalhando na área de comunicação social, no desenvolvimento de campanhas e gestão de conflitos.

Acredita na Democracia. Gosta de artes, música, cinema. Quer ver o mundo mais justo e equilibrado. 

Aos 53 anos, carioca, arquiteto e urbanista (UFRJ), especialista em resíduos sólidos, atua como coordenador da limpeza urbana de Niterói desde 2001 na CLIN – Companhia Municipal de Limpeza Urbana de Niterói e membro do COMAN – Conselho de Meio Ambiente de Niterói.

Trabalha o lixo marinho, organizando grupos de profissionais e voluntários nas limpezas de praias e rios, num esforço conjunto com a Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos e Sustentabilidade do município.

Ricardo foi jogador de rugby do Niterói Rugby Football Clube (1973); e de futebol, pelo Rio Cricket & Associação Atlética (1972), sempre buscando a primazia do trabalho coletivo e harmônico.

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